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Educação sempre um bom tema para reflexão

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Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

“Todo mundo ‘pensando’ em deixar um planeta melhor para os filhos…  Quando ‘pensarão’ em deixar filhos melhores para o planeta?”

mudancas

Há algum tempo atras o “Canal do Educador” veiculou a seguinte noticia:

“Quando o professor atua na escola pública muitas vezes não possui ou é limitada a autonomia plena para aprovar ou reprovar um aluno, isso por que o próprio sistema determina o percentual de aprovação e reprovação que deve acontecer com intuito de cumprir acordos firmados com organismos internacionais de ordem econômica como FMI (Fundo Monetário Internacional), Bird (Banco Internacional Para Reconstrução e Desenvolvimento) e Unesco, esses liberam créditos somente se os dados apresentados se enquadram nas exigências dos mesmos.

Nas escolas particulares, em sua maioria, os problemas não diferem tanto, os donos designam a aprovação a qualquer preço, pois os pais não querem seus filhos reprovados, ainda mais que durante o ano foram gastos altos investimentos em mensalidades. Além desses agravantes, os pais ameaçam constantemente retirar os filhos da escola caso sejam reprovados.”

A ilustração acima é um espelho fiel do que ocorre atualmente com a educação no Brasil. O que fazer quando o sistema enxerga apenas seus próprios benefícios, não importando a qualidade do ensino ou mesmo os resultados em termos de formação de um ser humano integral?

A prova de que Joseph Smith não foi um profeta

A prova mais do que cabal que Joseph Smith não foi um verdadeiro profeta de D’us é sem dúvida a poligamia… Este artigo não pretende ser uma crítica à poligamia, como diversos textos que alguns ortodoxos chamam de antimormon… É antes de tudo uma análise muito séria à luz das escrituras…

Como muitos sabem ministrei aulas pelo Sistema Educacional da Igreja (SEI) durante muito tempo, 10 anos. Fui membro por 33 anos, ao contrário de muitos colegas não tenho o que reclamar de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Não posso reclamar também do investimento em tempo (33 anos) na igreja. Conheço muita gente boa, inteligente, com moral ilibada, éticos e de uma honestidade a qualquer prova. E alguns “nem tanto” também.

Todos os meus filhos foram criados no convênio e ainda continuam frequentando uma capela, à medida que ministrava as aulas na escola dominical há alguns anos atrás percebi que a filosofia defendida por Joseph Smith denominada “casamento plural” contraria totalmente os preceitos ensinados por D’us na Torah… Podemos afirmar e provar que D’us jamais orientou que o homem tivesse mais que uma esposa.

Passemos a analisar diretamente as escrituras que provam esta preleção.  Lembro-me que já tive oportunidade de expor nos fóruns deste site a famosa escritura que diz: “Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne”. Gen. 2:24. Esta escritura mostra que o Eterno não determinou pluralidade pois a palavra usada para “sua mulher” (“beisheto no hebraico”) está no singular… Além disso o termo “ambos” implica em estar se falando em “dois” não três ou mais pessoas…

Esta escritura é trivial, vamos a uma mais contundente, uma escritura para qual ninguém dá atenção, mas fundamental para o entendimento de que jamais o S’nhor aprovou o relacionamento plural.  Em Gênesis 4:18-19 se diz:

וַיִּוָּלֵד לַחֲנוֹךְ, אֶת-עִירָד, וְעִירָד, יָלַד אֶת-מְחוּיָאֵל; וּמְחִיָּיאֵל, יָלַד אֶת-מְתוּשָׁאֵל, וּמְתוּשָׁאֵל, יָלַד אֶת-לָמֶךְ.

And unto Enoch was born Irad; and Irad begot Mehujael; and Mehujael begot Methushael; and Methushael begot Lamech.

Vaivalad LaChanokh’ et Yrad v’Yrad ialad Mechuyael v’Mechuyael ialad Methushael uMethushael ialad et Lamech.

E a Enoque nasceu Irade, e Irade gerou a Meujael, e Meujael gerou a Metusael, e Metusael gerou a Lameque.

Yrad = Rebelde,
Mechuyael = o que apaga a D’us,
Methushael = o que busca a morte,
Lamech (Lameque) = Baixo, vil…

Os nomes hebraicos tem forte significado para os que os “carregam” e representam a tendência de seus proprietários, devemos lembrar ainda que estamos trazendo o Midrash para o nível Pshat, ou em outras palavras, interpretando literalmente algo metafórico do ponto de vista judaico. Do ponto de vista metafórico pode-se entender que as gerações de Caim representam a humanidade que se rebelou apagando o conceito de D’us e buscou desta forma a morte é o que a Torah em linguagem cifrada pretende ensinar nestes “passukim” (nestes versos) … O nome Lameque, ou o original hebraico “Lamech” indica a condição vil em que a geração de Caim chegou ou em que a humanidade chegou antes de ser destruída.

Muitas pessoas ao lerem este artigo poderão não enxergar relações referentes aos nomes seria então apropriado considerar mais uma enorme coincidência que o Eterno não colocou neste Midrash à toa…  O verso (passuk) 19 diz:

וַיִּקַּח-לוֹ לֶמֶךְ, שְׁתֵּי נָשִׁים:  שֵׁם הָאַחַת עָדָה, וְשֵׁם הַשֵּׁנִית צִלָּה.

And Lamech took unto him two wives; the name of one was Adah, and the name of the other Zillah.

Vaiqach-lo Lamech sh’tey nashym shem haachat Adah, veshem hashenyt Zillah

E tomou Lameque para si duas mulheres: o nome duma era Ada, e o nome da outra Zila.

Este versos são bem importantes pois o primeiro ato vil da geração de Caim foi derramar sangue inocente, ato praticado pelo próprio Caim ao assassinar Abel, e o segundo ato vil foi um homem tomar para si duas mulheres, reforçando então o argumento podemos analisar os nomes das esposas:

Adah que significa “testemunho” ou em outras palavras a primeira esposa é a do testemunho pois ela está na aprovação do Eterno… Mas a segunda contundentemente tem o nome de Zilah que significa “sombra”… Lembremo-nos de que “sombra” em inglês se diz “shadow” e esta palavra está muito próxima do que em hebraico se descreve como “shed” ou demônio…  Na liturgia judaica não existem demônios literais, mas algo próximo dos ditos demônios chamados “shedim” emergem das “sombras do inconsciente” do homem.

Muitos dirão, mas alguns patriarcas tiveram duas esposas, sim sem dúvidas é verdade, mas qual deles não teve problemas devido a esta sombra?

Nota 10 para quem responder Isaque, que teve apenas uma esposa…  D’us jamais aprovou a pluralidade.

José Ferreira tivesse conhecimento profundo de exegese judaica saberia desta particularidade dos nomes e da linguagem cifrada que indica conceitos totalmente contrários aos que ele defendeu toda sua vida atestando haver um hiato entre seu pensamento e o pensamento do que está registrado na sagrada Torah, desta forma este hiato nos mostra que um profeta jamais ensinaria em desacordo aos preceitos e princípios ensinados nas escrituras…

Minha análise termina aqui, não me deleito em criticar as religiões, mas a verdade precisa ser exposta para que as pessoas acordem e passem a adorar o único D’us verdadeiro, o D’us de Abraão, Isaque e Jacó…

Agradecimentos sinceros ao moreh João Alves.